Eletroterapia no Brasil: Uma Breve História

Inauguramos essa nova fase em nosso blog com esse storytelling incrível!

Há rumores de que, por volta do ano de 2500 a.C., o grego Scribonuis Largus usava um peixe elétrico para tratar artrites, dores e outras mazelas. Muitos anos depois, inspirados pelos experimentos de Largus, os cientistas da época desenvolveram suas teorias e seus estudos sobre a eletricidade e sua aplicação em tecidos biológicos. Os precursores foram Luigi Galvani e Michael Faraday – Quem conhece as correntes galvânicas e farádicas, levanta a mão!

Os equipamentos de correntes elétricas foram os primeiros a ser fabricados para o uso em pessoas. Então, o nome eletroterapia passou a ser usado para definir aplicação da eletricidade, ou das correntes elétricas, como forma de tratamento ou terapia.

Outros pesquisadores deram continuidade ao trabalho de estudar a energia aplicada ao corpo humano e outros tecidos biológicos. Dentre eles, destacam-se:

  • Alessandro Volta
  • Nikola Tesla
  • Andre-Marie Ampére
  • Heirinch Rudolf Hertz
  • James Maxwell

O conhecimento acumulado deu origem a teoria que embasa e garante que aplicar corrente elétrica é segura e não vai dar um choque mortal em ninguém.

O nome dela é eletrofisiologia.

Outras formas de energia aplicadas como forma de terapia também foram objeto de estudo. Por exemplo:

  • A luz de laser, desenvolvida por Albert Einstein, conhecida como fototerapia.
  • A aplicação de fontes de frio e calor, conhecidas como termoterapia e crioterapia.

Embora essas outras fontes de energia não sejam correntes elétricas, elas são geradas por dispositivos eletrônicos, e por isso são inseridas no contexto da eletroterapia.

Como surgiu a Eletroterapia no Brasil?

Em meados dos anos 1970, a Fisioterapia crescera muito em escala mundial, e chegava ao Brasil.

Os equipamentos de eletroterapia eram usados exclusivamente por fisioterapeutas para tratar dores, inflamações, e outras disfunções do sistema musculoesquelético. No entanto, esses aparelhos eram importados, e não havia assistência técnica ou respaldo por parte de vendedores. A dúvida principal era:

Como usar tantos recursos de um aparelho quando o manual estava em alemão ou inglês?

A disciplina de eletroterapia chegava às universidades mais lentamente que os aparelhos nas clínicas de reabilitação. Se você leu até aqui e já usa esses equipamentos há mais de 20 anos… Esta situação te parece familiar?  

A Primeira Indústria de Eletroterapia no Brasil

No início dos anos 1980, o engenheiro eletrônico Glauco José Longo, proprietário de uma fábrica de caixas de som, era paciente de um centro de reabilitação que pertencia à PUC Campinas. Lá, ele teve contato com esses equipamentos de eletroterapia, que eram todos importados.

TENSYS - KLD Biosistemas
1º aparelho de Eletroterapia fabricado no Brasil. Imagem: KLD Biosistemas

A fábrica de caixa de som de Glauco começou a estudar os manuais de operação para conseguir fazer os reparos necessários nos aparelhos e acessórios. A partir daí, a empresa ganhou uma nova divisão, e os primeiros equipamentos de eletroterapia foram desenvolvidos.

Mais tarde, Glauco, junto de outros sócios fundou a primeira empresa brasileira, fabricante de equipamentos.

Engº. Glauco Longo ministra 1º cursos sobre Eletroterapia no Brasil
Engº. Glauco Longo ministra o 1º curso sobre Eletroterapia no Brasil. Imagem: KLD Biosistemas

Veja só um breve relato dessa história:

Saiba mais sobre a KLD BIOSISTEMAS.

Referência mundial

A eletroterapia que praticamos aqui no Brasil é referência em todo o planeta.

Não perca o próximo post e saiba por que!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *